Guia de preço
De R$ 25 mil a R$ 800 mil no Brasil, dependendo do escopo. MVP fica entre R$ 25 e 80 mil, sistema operacional entre R$ 100 e 300 mil, e plataforma escalável passa de R$ 500 mil.
Faixas praticadas no mercado brasileiro em 2026, por equipe sênior. O que define onde o seu caso cai é escopo, não tecnologia.
Prazo típico de 4 a 8 semanas.
Prazo típico de 4 a 6 meses.
Prazo típico de 9 a 12 meses.
Prazo de 12 a 24 meses.
Nenhum desses itens é tecnologia. Preço de software é definido por escopo, e escopo é definido por decisão de negócio.
Cada perfil é um conjunto de telas, permissões e regras. Ir de um perfil para três costuma dobrar o esforço, não somar um terço.
Cada integração adiciona algo entre R$ 5 mil e R$ 50 mil, dependendo de o outro sistema ter API decente ou não. Sistema antigo sem API é o caso caro.
Sistema que pode ficar uma hora fora custa uma fração do que custa um que não pode. Redundância, monitoramento e SLA são decisão de risco, e aparecem no preço.
Dado pessoal, financeiro ou de saúde traz exigência de LGPD, criptografia, auditoria e, em setor regulado, conformidade específica. Isso é engenharia, não checkbox.
Trazer a base existente costuma ser subestimado. Dado sujo, duplicado ou sem padrão é onde projeto atrasa, e onde orçamento otimista quebra.
Sistema feito para ser mantido pela equipe interna exige documentação e padrão mais rígidos. É custo a mais na obra e economia grande depois.
Esta seção existe porque a diferença entre duas propostas de software raramente é margem. Quase sempre é escopo escondido.
Migração de dado, integração, teste, ambiente de homologação e deploy somem da proposta barata e reaparecem como aditivo depois, quando você já não pode voltar atrás.
Economiza no começo e cobra caro no primeiro ano, quando cada ajuste quebra outra coisa e ninguém quer mexer no sistema.
Sistema gerado às pressas costuma subir com banco de dados acessível de fora. Dado de cliente exposto é incidente de LGPD, com risco de sanção da ANPD.
Fornecedor que retém repositório e domínio transforma manutenção em refém. Verifique isso no contrato antes de olhar o valor.
Refazer um sistema mal construído custa mais do que ter feito certo, porque agora existe dado em produção e gente dependendo dele.
Faça as seis a todo fornecedor. A qualidade da resposta já ordena as propostas.
Se a resposta não for um sim direto, o resto da conversa não importa.
Proposta séria lista exclusões. Proposta que só lista inclusões esconde o aditivo.
Se não houver teste automatizado nem ambiente de homologação, o teste vai ser você em produção.
Manutenção precisa ter valor apresentado junto do desenvolvimento, não depois da assinatura.
É a pergunta que mais revela se o fornecedor olhou o seu caso ou mandou um modelo.
Vale saber se é equipe própria ou repasse, porque isso muda prazo, sigilo e a quem você cobra.
Faixa de mercado serve para você não ser surpreendido, não para orçar o seu projeto. Nenhuma tabela sabe quantos perfis, integrações e exigências o seu caso tem.
Uma reunião técnica conduzida por quem constrói, e em até 24 horas você recebe o escopo, os pontos críticos e a faixa de investimento do seu projeto, em três níveis.
Na prática, algo por volta de R$ 25 mil para um MVP com um fluxo só, feito por equipe sênior. Abaixo disso normalmente não é software sob medida: é configuração de ferramenta pronta, que pode ser exatamente o que você precisa e custa muito menos.
Porque cada fornecedor entendeu um escopo diferente do que você descreveu. Quando a diferença passa de duas vezes, quase nunca é margem: é uma das propostas assumindo menos trabalho. Compare o que está excluído, não o valor final.
No valor da hora, sim. No custo total, depende de quem responde quando o sistema quebra em produção e de quem mantém depois que a pessoa não estiver mais disponível. Para sistema que sustenta faturamento, esse risco costuma custar mais que a economia.
Não. Se existe ferramenta pronta que cobre o seu processo, ela quase sempre é a melhor escolha. Sob medida compensa quando o processo é o diferencial do negócio, quando a empresa já paga mensalidade e ainda opera na mão, ou quando o dado precisa cruzar sistemas que não conversam.
Como referência de mercado, algo entre 15% e 25% do valor do projeto por ano, cobrindo hospedagem, correção, atualização de segurança e pequenas evoluções. Peça esse número na proposta, junto do desenvolvimento.